Bem, eu me rendi à leitura de um livro tão falado no mundo todo. Ele nunca teria chamado a minha atenção se não houvesse tanta polêmica em torno dele. Por um tempo, mesmo com a euforia das pessoas, ele não me chamou a atenção. Eu realmente leio aquilo que me interessa, que tenho vontade e não porque está na "boca do povo". Tanto que nunca li a saga crepúsculo, Harry potter e outras tão famosas. Mas, de alguma forma, a história de Anastasia Steele e Christian Grey - mais especificamente este segundo personagem - me fez chegar ao fim do livro “Cinquenta tons de cinza” e com certeza me fará prosseguir com Cinquenta tons mais escuros” e espero chegar ao "Cinquenta tons de liberdade", findando assim a trilogia e fazendo a minha leitura valer a pena.
O livro me trouxe um misto de sentimentos. Terminei com raiva de Gray e enjoada de sexo selvagem. Porém, a história é intrigante, Grey é intrigante. Misterioso. E isso faz com que eu não desista de descobrir o que há por trás de um homem que parece esconder um passado tão obscuro, machucado e que claramente traz consequências para a vida em que vive com Anastasia. Quero crer que a história dará voltas e que no fim descobrirei que por trás do misterioso Crhistian Grey, há o homem maravilhoso que as mulheres andam supirando ao terminar a leitura da trilogia.
Há quem diga que o livro é clichê, que a autora é fraca, que a linguagem é ruim, enfim. Assim como milhares de pessoas gostaram do livro, há outras milhares que detestaram e boa parte delas não chegaram a passar das primeiras páginas. Para essas últimas, eu digo que a princípio o livro realmente não traz nada de surpreendente, aliás, até agora não me trouxe. Não gosto de certas linguagens da leitora, mas como já disse no início: o mistério de Gray me interessa e muito! Prosseguirei com a leitura e talvez voltarei com o entusiasmo ou a decepção ou nenhum dos dois.

6 comentários:
Todo o fenômeno desse livro ainda não me contagiou, mas é claro que a divergência de opiniões é no mínimo, curiosa. Porém quando um livro não me prende logo no início, tenho que ir me arrastando até o fim. Imagina só uma trologia?! Por enquanto, acho que não vou me render!
Mas, estou curiosa para saber seu parecer final! Rs
Beijos, amiga!
Nathy acabo de ver a entrevista q vc concedeu pra Anna Vitória e descobri que temos muito em comum. Somos professoras, apaixonadas por crianças e loucas por Grease. AMO! Quero viver lá agora!!!
E quanto ao livro tenho uma dificuldade grande de lidar. Meu preconceito é tanto que ainda n consegui me convencer a ler! rs
Beijoca
Bem, eu faço parte de umas poucas milhares que acharam a escrita ruim, a autora fraca, e o livro clichê. Com a diferença de quem avancei até a última folha do primeiro volume, para, comprovadamente, saber que esse tipo de leitura não passou de lixo e perda de tempo para os meus olhos.
Compreendo que a maioria da mulherada se encante por Grey. E depois, quando ouvem por aí que mulher gosta mesmo é de homem cafajeste, sentem-se ofendidas. Realmente, não dá para compreender...
Abraços.
Nina, Concordaria com você se Grey não mudasse da água pro vinho a partir do segundo volume da trilogia, rs.
Preciso me render para poder dizer algo sobre o arrebatador livro. Não sei o que eu diria. Parabéns por seu comentário! Nathy, a propósito, por acaso, quer ver onde a coisa está russa?>>> O http://jefhcardoso.blogspot.com anseia por um comentário de sua parte. Abraço!
Olha, eu li a trilogia inteira e realmente não vi razão pra esse sucesso todo, acho que é porque as pessoas não têm o costume de ler muito, aí leram esse se empolgaram demais. Mas também não é tão ruim como falam, você acaba lendo todos rápido só pela curiosidade de saber o que vai acontecer. Não é um livro pra fazer reflexões sobre a vida, mas legalzinho pra passar o tempo.
Postar um comentário